Diretor do Singeperon pede a senador que abrace a causa do porte de armas para os socioeducadores

 

 

O diretor do Singeperon, Ronaldo Rocha, informou que, durante o encontro em João Pessoa/PB com o senador Cássio Cunha Lima (autor da PEC 14/2016, a PEC da Polícia Penal), o parlamentar mencionou que também estará encampando luta pelo porte de armas para os guardas municipais. Nesse contexto, Ronaldo dialogou com o senador  externando sobre a necessidade de se estender também esse direito para os socioeducadores e pediu que abrace essa causa.

 

Ronaldo Rocha falou da realidade dos socioeducadores, relatando casos em Rondônia em que esses servidores correram risco de morte, foram vítimas de violência ou de ameaças. Um dos episódios se deu neste ano, no Centro Sócio Educativo no Município de Cacoal, quando menores, portando armas brancas, promoveram um verdadeiro terror na unidade:

 

Dois plantonistas foram feitos reféns com facões sobre o pescoço, e foram agredidos fisicamente, vindo a sofrer lesões no corpo; e uma socioeducadora ainda foi violentamente arrastada pelos cabelos, ao longo do corredor da unidade. Eles ainda foram ameaçados de morte. Contudo, sem poder defender a própria vida.

 

Segundo o representante do Singeperon, o senador Cássio Cunha Lima se mostrou sensível aos relatos e reconheceu a necessidade de mais segurança à vida desses profissionais socioeducadores, que lidam com menores em conflito com a lei, considerados, muitas vezes, criminosos de alta periculosidade, e até ligados a facções como PCC e Comando Vermelho.

 

 

Imprensa Singeperon

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